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Essa é a chamada de uma polêmica campanha lançada recentemente na Inglaterra, que, traduzida, quer dizer: “Um orgasmo por dia mantém o médico longe”.
Os folhetos foram distribuídos pelo NHS do Reino Unido – que é como o Ministério da Saúde daqui – para o novo programa de educação sexual em escolas. Nele, masturbação e sexo duas vezes por semana são recomendações aos jovens para se manter saudáveis – uma alternativa a não carregar mais os adolescentes com os famigerados alertas contra DSTs e gravidez, tornando o assunto, nas escolas, mais agradável.
O sindicato dos professores já reclamou. Acham que muitos professores se sentiriam desconfortáveis com essa abordagem, bem como os pais, que consideram o folheto liberal demais, um estímulo ao sexo precoce.
O NHS defende o material, alegando que um dos objetivos do país é encontrar melhores formas de atingir os jovens positivamente. Estão no caminho certo, não?
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