Arquivo para abril, 2009

Para que a vida não os separe

quinta-feira, abril 30th, 2009

Mirian Bottan especial para Olla Blog destaque_mirian-bottan

Uma prima me disse que quando se casar vai querer um banheiro para ela e um para seu marido. O motivo? Nojo de dividir o mesmo banheiro com um homem.

E fiquei matutando: como seria dizer pro marido que quer um banheiro particular porque tem nojo dele? Afinal, já vi meu pai dar siricutico só porque minha mãe queria uma tv no quarto pra poder assistir os romances enquanto ele externa a sua revolta com o mundo durante o noticiário.

Casar, morar junto, whatéva, implica em entender e aceitar que certas coisas não serão como antes. Até porque, uma divisão completamente justa em um casamento nunca será possível.

Pensa comigo: a parada começa com a completa divisão de cada conta, cada mísero gasto. Ótimo, justo. Aí ela engravida. Ele vai levar o bacurí metade da gestação na barriga? E na hora de parir? Ele toma a anestesia e ela dá a luz?

Ai nasce a criança. Oras, vão ter que revezar nas reuniões escolares, revezar pra levar ao médico e revezar nas broncas. Aí nasce a segunda criança. Agora tem que rolar um cronograma!

E ai de quem resolver ficar doente fora de hora! Não dá, né?

Numa união, de papel passado ou não, é preciso que cada um dos lados ceda, quando necessário. Não dá mais pra voltar pra casa da mãe quando a treta rola. Tem que respirar fundo e dormir na mesma cama. E querer dividir a vida como a conta do restaurante é pedir pra fracassar. Ajoelhou, bóra rezar.

Pra quem crê que um casamento à base de divisões racionais e perfeitas é o ideal, um boa sorte. Inclusive pra não fechar o ciclo com a pior delas: a de bens materiais.

Sobre paixões e tempo perdido

quinta-feira, abril 30th, 2009

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Mirian Bottan especial para o Olla Blog

Eu já me apaixonei umas 3 vezes até hoje. De verdade, daquelas de ficar babaca, perder a noção do ridículo e não sentir mais nenhum cheiro além do perfume do fulano. Apenas uma delas durou, mas mesmo depois de anos, acabou também. As outras duas nem durar duraram. No fim, foram todas tempo perdido.

Foram?

Pois é o que a maioria costuma falar quando uma relação acaba ou quando o sentimento passa. Mas você concorda com isso?

Sério que você preferia trocar todas aquelas noites gostosas, divertidas, malucas ou românticas, todos as idas ao cinema, todos os abraços e carinhos, todo o frio na barriga por ficar com um estranho na balada e voltar pra casa sozinho(a)? Trocar as tardes frias vendo filme abraçados debaixo das cobertas por sexo casual? As mensagens, cartas, emails e surpresas por.. não ter nem em quem pensar?

Tá, mas aí você me diz que eu tô falando de um relacionamento, uma parada mútua que, por algum motivo, não deu certo. Mas e quando você se apaixona por alguém, sonha, mas sonha sozinho? Quando você alimenta aquela fantasia gostosa e vive sentindo o cheiro de quem nem se lembra do seu?

Sabe aquela minha paixão de anos? Quando acabou, foi de forma complicada e dolorida. E sabe esse último tipo, as que não dão certo? Pois foi uma dessas que me fez sair da fossa e voltar a sorrir. Não durou, mas e daí?

Quando as paixões não duram é uma boa hora pra respirar e perder um pouco de tempo se apaixonando por você mesmo. Ficadica.

sextape #03

segunda-feira, abril 27th, 2009

durlima

durlima

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Flávia Durante e Hector Lima são provavelmente um dos casais mais POP que a gente conhece.  Mais do que apenas promoters e DJs da Popscene,  eles são AGITADORES CULTURAIS.

Flávia e Hector  são um exemplo de relacionamento:  dá para ter uma relação estável bacana sem ter de abandonar a diversão (e o rock!).

Os dois provam que é possível acreditar ainda no AMOR: estão juntos ha 13 (REPITO: T-R-E-Z-E) anos. Eles se conheceram na faculdade de comunicação em Santos: ela fazia jornalismo e ele, letras.

A gente propôs o desafio  musical ao duo e muita coisa legal apareceu: tem desde Bat for Lashes, passando por Mark Ronson (quem conhece a Flávia, sabe que ela é tiete do produtor) até os curitibanos do Copacabana Club (o clipe é ótimo e reza a lenda que foi feito em 2 dias pelo coletivo do Banzai Studio).

Confira abaixo o top 5 do casal:

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SEXO 1 MÊS DE NAMORO

A “Let’s Make Love and Listen to Death From Above” do CSS é um hino de
amor louco, quando se quer largar tudo pra se estar com alguém e dane-se o resto,
só o presente importa.

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SEXO 1 ANO DE NAMORO

“Daniel” da Bat For Lashes é uma das músicas mais lindas que ouvi.
Declaração de amor perdida na memória como sonho que foi ontem e pode
ser pra sempre.

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SEXO “OI! AGORA A GENTE MORA JUNTO”

Os curitibanos do Copacabana Club fizeram na “Just Do It” a
glamurização do cotidiano,
em que qualquer coisa do dia-a-dia tem sua alegria especial.

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SEXO DE RECONCILIAÇÃO

“Gosto de ver como as coisas acontecem quando se tem mais pressão.
O que acontece quando se perde tudo? Você começa de novo”.

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SEXO ANTES DO JANTAR DE FAMÍLIA

Todo mundo te esperando pra jantar e alguém liga preocupado
perguntando “Watchadoin”, título dessa música do N.A.S.A. Adivinha
só.

Na cama

sexta-feira, abril 24th, 2009

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Mirian Bottan especial para o Olla Blog

Wikipédia me diz que a cama é o móvel onde as pessoas dormem. É um item do mobiliário geralmente encontrado no quarto de uma residência ou hotel. Normalmente é fabricada em madeira, mas pode ser feita com outros materiais. Utiliza-se com um colchão por cima de seu estrado, para que o ato de dormir seja mais confortável. É complementada com travesseiros, lençóis, cobertores e colcha.

Eu te digo que se as camas falassem, contariam as melhores histórias da história.

Eu insisto que a gente se esquece do valor, do peso e da presença das pequenas coisas na nossa vida, aquelas que parecem ter a obrigação de estar sempre ali. E a cama é uma delas.

No dia em que eu me mudei pro apartamento novo, os móveis deveriam ser entregues enquanto eu estava no trabalho. Quando eu cheguei, ansiosa e saltitante, dei de cara com uma mísera cadeira. Desmontada.

Tipos, ONDE CARAJOS EU IA DORMIR?

Corri pro Supermercado 24hs e comprei uns belos exemplares de colchonetes. Na manhã seguinte, minha coluna era um belo exemplar de ponto de interrogação.

Me parecia, naquele momento, que podia faltar tudo: luz, água, comida… menos aquele ítem do mobiliário que não se encontrava no quarto, como deveria ser.

Mas voltando pro lance das camas contadoras de história, pense na tua. Ela te conhece mais que você mesmo. Ela te ouve falando enquanto dorme, balbuciando seus mais íntimos pensamentos, sejam eles belos ou podres. Ela conhece todos os acidentes noturnos, sejam da tua infância, puberdade ou velhice. É com a cara enfiada no complemento travesseiro que você pode sempre chorar e gritar sem que ninguém ouça.

E por último, mas longe de ser o menos importante, uma cama sim deve saber falar de amor.

Ela é a única que tem a visão completa do momento onde duas pessoas viram uma. Ela sabe quando um está de olhos abertos, desejando sumir dali. Quando um dorme, ela sabe se o outro assiste, ou levanta e vai olhar a rua. Ela sabe quando dormem abraçados, quando um só abraça, ou quando o espaço no centro comportaria outra pessoa, de tão grande.

E se tem uma coisa que ela faz maravilhosamente bem é guardar cheiro de gente. Mas melhor ainda, é que eu acho que ela guarda pelo tempo certo. Se já deu tempo de um cheiro sumir completamente, talvez seja porque não tinha mesmo que voltar.

Na Matrix.

quinta-feira, abril 23rd, 2009

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Mirian Bottan especial para o Olla Blog

Deve ser legal se arriscar, cair no mundo, correr atrás dos sonhos. Mas é tão tranquilinho e seguro atrás desse balcão, que eu vou ficar por aqui mesmo.

Deve ser legal entender de astrofísica e saber discutir política. Mas é tão menos cansativo ver os novos modelitos das atrizes, que eu vou é comprar a Caras mesmo.

Deve ser FODA ter um amor de cinema. Aquele que dói o peito só de assistir, mesmo sabendo que não é verdade. Aquele beijo que parece que deixa o nego surdo e besta. Ficar três dias trancado no quarto sem enjoar da fuça do outro, se apaixonar todo dia, se arrastar pra pedir desculpas, correr na chuva, falta de ar, acordar amassado e descabelado e achar o maior tesão do mundo, sentir o estômago dando voltas só de pensar na risada.

Mas demora tanto e são tantas tentativas frustradas que é mais fácil, seguro, tranquilinho e menos cansativo encontrar alguém que seja meio amigo e tenha um físico aceitável, pra dividir as contas, dar uma trepada, criar os filhos e não envelhecer sozinho.

Eu vi uma amiga chegar à essa última conclusão e achei tão triste.

Minha mãe vive dizendo que quem pensa muito sofre mais. Porque pensar sempre implica em questionar o sentido da vida, no fim das contas, e a gente acaba sem muitas respostas. Mas uma vida de trepadinhas meia boca em troca de segurança não me parece a melhor delas.

Se você não chegar a amar UM puto sequer, de verdade, como vai acabar amando o universo todo e fazer valer tua própria vida?

Olha que Platão te chuta a bunda.

Amores Sessão da Tarde

sexta-feira, abril 17th, 2009

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Mirian Bottan especial para o Olla Blog

Vão ao cinema e não vêem o filme, conversam durante horas e quando chegam em casa mandam logo sms. Telefonam. Correm pro MSN. Scrap no Orkut.

Um gasta a alma pra comprar pro outro as coisas que nem ele tem. Dividem fatos, escovas, travesseiro, músicas.

De repente, lá está você vivendo uma vida que não é sua. Deixando tuas coisas numa casa que não é tua. Mas tudo bem, vocês vão ficar juntos para sempre. Que se unam os detalhes.

Só que o sempre é muito tempo e espaço pra estar sempre preenchido e com cara de novo.

Ele não faz a unha do pé.
Ela arrasta o chinelo.
Ele tem ciúmes.
Ela tem ciúmes.

Já dizia Renato Russo que depois do começo o que vier vai começar a ser o fim. Mas a gente adora pagar pra ver.

Quando vem a falência e você precisa de um colo, se liga que abandonou todos ao teu redor por causa do amor eterno que já era.

E a dor do fim dura até o próximo começo.

E exatamente quando o único contato com o passado for você se dando conta de que deixou aquela roupa, um livro ou um cd na casa que não era tua ou que ele/a te deve 100 conto, já não vai valer a pena perder tempo com isso.

Já tá rolando sessão nova no cinema, com nova companhia.

Relacionamentos descartáveis, que se repetem algumas vezes durante a vida, pra ajudar a passar o tempo ou pros dias terem mais graça e a gente, mais histórias pra contar. Alucinadas e eletrizantes aventuras de tirar o fôlego, mas que só servem pra preencher o espaço entre o jornal do almoço e o horário nobre. Acho digno.

Os opostos se atraem. Mas se entendem?

segunda-feira, abril 13th, 2009

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Mirian Bottan especial para o Olla Blog

Ele gosta de rock e ela de axé. Ele é racional e lida bem com os números, ela, um turbilhão de emoções que conduz através das palavras. Comédia e drama. Pra dentro e pra fora, preto e branco, dia e noite.

E como diabos eles acabam juntos?

Especialistas dizem por aí que eles querem é se completar, encontrar no outro - e possuir, através dele - as características que não encontram em si mesmos. Ok, faz sentido. Mas dá certo?

No começo, talvez. Porque a diferença encanta. Ele, na sua calma, vai ficar abestalhado com toda a vida que ela transmite. Ela, sem parada, vai admirar a incrível capacidade de concentração e traquilidade frente às dificuldades.

Perfeito. Até que, com o passar do tempo - e da novidade - a calma se transforme em falta de atitude e a extroversão em vontade de chamar a atenção pra si.

E como frequentar, com o mesmo ânimo, o mesmo lugar ou ter músicas tema quando os gostos são diferentes? Como criar os filhos com ideais que não batem?

Certamente deve ser mais fácil levar a parada quando as experiências são semelhantes e aproximam. Mas quem é que manda no coração?

O bom do amor (quando pega mesmo) é que ele te permite ceder sem se sentir um imbecil. Quando isso acontece dos dois lados, talvez a coisa funcione. Só não pode ter medo de tentar.

Quando uma mocinha, num drama aleatório, disse pro cara que não queria cometer nenhum erro, a resposta deu um roundhouse kick em milhões de telespectadores chorosos:

“Então você está na espécie errada, amor. Seja um pato.”

Gravidinha

quinta-feira, abril 9th, 2009

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Mirian Bottan especial para o Olla Blog

Aí esses dias uma amiga atualizou as fotos no Orkut. Bati o olho no nome do álbum de fotos e pensei ter visto uma palavra besta que não podia ser, aí voltei. Pô, eu vi mesmo? Vi mesmo, diacho! “Gravidinha”.

Maquimerda, hein? Não que a maternidade não seja uma coisa bonita, e que eu não pense em ter um pedaço de mim rockenroleando por aí e me zoando o sistema nervoso, mas… aos 22? Sem marido? Sem estabilidade? Sem NOÇÃO!

Se fosse uma só, eu até podia soltar, desinteressada, que a menina vacilou e tal, mas nessa hora eu me liguei que conheço quase 10 meninas na minha faixa etária que já embucharam ou embuchadas estão, e mais umas cinco que eu lanço um bolão só de previsão mesmo, porque a parada é certa.

Tudo nega informada, com pai e mãe presente e tal. Tão presentes que metade deles vão tomar conta da cria pra filha voltar pro fervo. Afinal, coitada, tão novinha, vai perder assim essa fase que não volta?

Pois devia. Perder a farra, engordar, envelhecer e aprender que filho não é ressaca e não some com aspirina.

Eu compro um anticoncepcional que custa o olho da face, porque me faz bem. Mas pra quem não pode, tem por cinco merréis. Não gosta, esqueceu? Camisinha, filhota. Tem de morango, com relevo, que esfria, que brilha no escuro e dança a hula.

Só não tem desculpa que cole.

Como nossos pais ?

segunda-feira, abril 6th, 2009

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Mirian Bottan especial para Olla Blog

Se tem uma coisa que a gente cansa de ouvir é que a juventude tá perdiiida, Dona Maria. Que o sexo virou palhaçada, que essa molecada não se dá ao respeito, a velharada toda de cara com fuck buddies e one night stands.

Esses dias, um vizinho da minha avó faleceu. Infarto. No motel. Com a amante. O véio caiu duro em cima da molé, com o perdão do trocadilho.

O marido da faxineira aqui de casa propôs uma vida dupla com ela e a amante.

O pai do ex de uma amiga levava uma vida dupla com a mulher e a amante, e a mulher sabia.

O pai de uma outra amiga saía com uma menina que era filha de amigos. Os pais da menina moravam no sítio e a dita era criada como da família. Claro que só oficializaram a parada depois que a mulher do cara o traiu e eles se separaram. Mais digno, né.

Agora me diz, whataporra de moral é essa? Será que o problema que leva a falar da molecada inconsequente, no fim das contas, é só aceitar que alguém vai comer a sua filha?

Eu não concordo com a putaria desenfreada e irresponsável, mas certamente botar banca de casal puritano pra sociedade, casando virgem e tal, pra depois um pegar a vizinha e a outra liberar pro jardineiro não é a saída.

Ficar na mão também não é.

Eu sou a favor da simplicidade, da sinceridade e do amor. De conhecer, tentar, sentir, e desistir, se necessário. De passar o resto da minha vida com alguém com quem role o encaixe perfeito, literal e figurativamente falando.

Assim, se eu for dar pro jardineiro, que seja usando o sobrenome dele.

Ô, lá em casa!

sexta-feira, abril 3rd, 2009

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Mirian Bottan especial para o Olla Blog

Aí a moça tá caminhando distraída na rua, quando vê um caminhão chegando e já vira os olhos enquanto solta aquele suspiro. Não dá cinco segundos.

-Ô, lá em casa, rapaz!

Toda vez que me acontece esse tipo de situação, eu fico matutando o que leva a caboclada a lançar essa bagaceira, no meio da rua pras moçoilas.

Só me ocorre que intenção real por trás do comentário não há de haver.

Porque não me parece possível alguém de fato acreditar que tal approach tenha um resultado positivo, então, qual o ponto? Um impulso incontrolável de externar toda a imensa emoção que a formosura alheia causou no seu coração? Bah, me erra.

Sabe o que é gostoso mesmo? Aquele olharzinho de canto, meio se esquivando, meio querendo ir, de quem tá admirando e querendo deixar saber, mas com receio da resposta. O flerte, o joguinho, aquele que dá um friozinho na barriga. As coisas subentendidas e tal.

Homem esperto sabe que o lance não é falar pra uma mulher que ela é gostosa, e sim fazer com que ela se sinta desejada e no controle. O que não significa que ela realmente esteja e é exatamente isso que vai te dar a oportunidade de enxergar além, e decidir o próximo passo.

Porque nessa de dar o poder pra mulher retornar o interesse ou não, existem aquelas que vão se fazer de muita areia pro teu caminhão e te esnobar.

Essas sim são as que só merecem um gostosa no meio da rua. Pra aprender a oferecer mais do que isso.