Arquivo para março, 2009

Rock-Objeto

terça-feira, março 31st, 2009

omahabitch

Omaha Bitch é uma banda de heavy metal francesa que, como bons franceses que são, não poderiam simplesmente tocar o bom e velho metal sem jogar um ar descolado e moderninho no negócio.

Então além de um vocalista que berra letras como um siriema no cio fugindo de um arrastão de leopardos alucinados, a banda ainda resolveu expressar sua arte em um clipe carregado do machismo mais cafajeste.

Em Dancing Cyprine, a banda troca os seus instrumentos tradicionais por…er…mulheres. Agora imagina o sofrimento das que servem de bateria.

Confira o clipe!

8 casais que deram certo nos filmes (mas que na vida real não durariam uma semana)

quarta-feira, março 25th, 2009

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Clark Kent & Lois Lane

Deu certo quando?
Nos quadrinhos, nos filmes do Superman, na TV e possivelmente em Kripton caso o planeta ainda existisse.

Ué, e por que não rolaria na vida real?
Nenhuma mulher conseguiria sair com a coluna inteira de uma relação sexual com um cara que tem força para girar a Terra ao contrário.

Han Solo & Leia Organa

Deu certo quando?
Em uma galáxia muito, muito distante.

Ué, e por que não rolaria na vida real?
Nenhum homem, incluindo nosso amigo Han Solo, teria coragem de ir ao cinema ou sair pra jantar com uma maluca que cultiva um penteado como esse.

Wall-E & Eve

Deu certo quando?
No espaço, o sideral.

Ué, e por que não rolaria na vida real?
Incompatibilidade de sistemas operacionais. Eve é memória demais pro HDzinho de Wall-e.

Kong & Ann Darrow

Deu certo quando?
No filme King Kong de 2005, mas na verdade o final não foi tão feliz assim.

Ué, e por que não rolaria na vida real?
Ainda não há preservativos de tamanho apropriado para o companheiro Kong e Ann Darrow não seria boba de continuar esse romance sem proteção.

Edward Lewis & Vivian Ward
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Deu certo quando?
Em Uma Linda Mulher, aquele filme que a namorada obriga o namorado a assistir e depois inicia uma briga dizendo que ele não é tão romântico quanto o Richard Gere.

Ué, e por que não rolaria na vida real?
Richard Gere é muito cafona.

Jamal & Latika

Deu certo quando?
Agora mesmo, em Mumbai, Índia.

Ué, e por que não rolaria na vida real?
A cidade tem 20 milhões de habitantes, sério mesmo que eles conseguiriam se reencontrar quase por acaso em uma estação de trem?

Rei Leônidas & Rainha Gorgo
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Deu certo quando?
Em Esparta, antes do Rodrigo Santoro gigante aparecer e dar um fim na coisa toda.

Ué, e por que não rolaria na vida real?
Qual mulher aceitaria dividir o marido com 300 caras de sunga que não se separam pra nada?

Fogell “McLovin” & Nicola
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Deu certo quando?
Melhor dizendo, deu quase certo, em Superbad (2007). Só não rolou porque os tiras levaram McLovin para a cadeia.

Ué, e por que não rolaria na vida real?
Er…bem, porque…olhe bem pra esse rapaz…

Fotos: Divulgação

5 lições de Watchmen para sua vida sexual

quarta-feira, março 25th, 2009

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A graphic novel de maior sucesso de Alan Moore, que deu origem ao filme lançado neste mês pela WarnerBros/Paramount, traz boas lições que podem explicar ( e por que não melhorar?) nossa vida sexual.

#1  Sabichões não pegam ninguém

A inteligência é sem dúvida uma grande arma na hora da conquista, mas quem não sabe o momento de tirar a capa de sabe-tudo para vestir outras fantasias pode acabar como o nosso amigo Ozymandias: comendo salgadinhos em frente à TV ao lado de um gato esquisito.

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#2  Poder demais tira o tesão

Sério, o excesso de poder afasta você das coisas boas coisas da vida. É só lembrar os livros de história e ver o que alguns carinhas fizeram com seus países ou ainda se ligar na maluquice que o azulão Dr.Manhattan faz ao largar a Espectral para se dedicar aos seus próprios pensamentos filosóficos (e não estamos falando aqui daqueles pensamentos solitários de banheiro).

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#3  Acredite no seu estilo

A fantasia certa pode fazer milagres. Veja o caso de Dan Dreiberg, um solitário e tímido homem solteiro já próximo dos 40 que, quando assume a identidade do Coruja, não conta conversa e fatura a heroína mais gata da cidade (de quebra passando a perna no Dr.Bundão, quer dizer, Manhattan).

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#4  Faça bom uso da sinceridade

Já pensou se você saísse por aí falando exatamente tudo o que pensa sobre todas as pessoas que conhece e, pior, na cara delas e sem ao menos cogitar mudar de opinião mediante argumentos razoáveis? Pois é, o Rorschach tem mania de fazer isso e passa a vida levando sopapos, puxões de orelha, dedo no olho e socos abaixo da linha da cintura.

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#5  Cafajestes ainda têm vez

Sim, as coisas mudaram. O mundo já concorda que homens podem ser sensíveis ou se interessar por decoração, mas no frigir dos ovos, grande parte da mulherada ainda suspira em segredo pelo bruto caminhoneiro que sabe consertar uma pia. Que o diga Sally Jupiter, a primeira Espectral, loucamente apaixonada por Edward Blake, conhecido como O Comediante.

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Fotos: Divulgação

sextape #2 GENTE BONITA

segunda-feira, março 23rd, 2009

gentebonita02

Agora é a vez do DJ Luciano Kalatalo do GENTE BONITA contar pra gente a trilha sonora ideal.
sexo AMORZINHO


“Sweet Jane do Velvet Underground, na cama king size com banho de champagne”

sexo SUADO


“Idealistic do Digitalism, sem direito a respirar”

sexo CASUAL


“A que estiver tocando no rádio, não vale a pena gastar música”

sexo DE GALERA


“Vira-Vira do Mamonas Assassinas,afinal,mais vale um na mão do que dois no sutian.”

sexo DE PILEQUINHO


“Good Times do Chic- porque sempre é bom”

sexo NO CARRO


“Space Oddity do Bowie. Sexo no carro sempre dá o maior trabalho e a música demora para engatar.”

Para conhecer mais sobre o projeto GENTE BONITA, leia aqui.

sextape #1 GENTE BONITA

segunda-feira, março 23rd, 2009

gentebonita

Olla tem o prazer de lançar o seu mais novo serviço de utilidade pública, a sextape.

Toda semana um convidado diferente devassa a privacidade do seu tocador de música e escancara sua playlist perfeita para o sexo, em suas diversas variações, modalidades e posições.

Acreditando que a lúxuria e a boa música podem fazer muito pela sua vida sexual, perguntamos ao duo GENTE BONITA CLIMA DE PAQUERA, quais os hits perfeitos para aquele momento que você sabe muito bem qual é.

Formada pelos brasilienses Alexandre Matias e Luciano Kalatalo, a dupla chamou atenção por rechear seus sets com versões mashup, uma espécie de colagem musical,  em que artistas e músicas se misturam de maneira quase improvável - mas  também quase sempre genial.

Hoje o GENTE BONITA toca em São Paulo, no Bar Tapas ( Rua Augusta,1246). A entrada é 5 reais.

Confira abaixo  a lista dos nossos convidados.  Tem de Velvet Underground a Mamonas Assassinas.

Alexandre Matias


sexo AMORZINHO

“Em clima pré-show do Radiohead, sugiro “All I Need”, música pra
esquecer se a luz está acesa ou apagada.”


sexo CASUAL


“Justin e Britney não funcionavam quando eram um casal de verdade, mas
tente “Gimme More” mashupado com “SexyBack” e você vai ver que foi
melhor eles terminarem mesmo.”


sexo DE PILEQUINHO



“O primeiro do Elastica ou o primeiro do Garbage. O que estiver mais a mão.”

sexo NO CARRO

” “Love Your Money” da Daisy Chainsaw


sexo MASHUP

“Nova modalidade sexual, o resgate do heterossexualismo pressupõe
truculência, lascívia e cuidado - por isso sugiro dois mashups, a ida
e volta: o vocal do “Promiscuous” da Nelly Furtado com a base de “Rock
with You” criada pelo Party Ben”


No próximo post, conheça a playlist de Luciano Kalatalo, os outros 50% do GENTE BONITA.

EU IMPLORO: ME PEDE!

quarta-feira, março 11th, 2009

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Xico Sá especial para Olla Blog

Uma das maiores virtudes de uma fêmea é arte de pedir.

Como elas pedem gostoso.

Como elas são boas nisso.

Resistir, quem há de?

Um simples “posso pegar essa cadeira, moço?” vira um épico, como a cena que serviu de espoleta para esta crônica.

É o jeito de pedir, o ritmo safado da interrogação, a certeza de um “sim” estampado na covinha do sorriso.

Quantos segredos se escondem na covinha de uma mulher.

Pede que eu dou.

Pede todas as jóias da Tiffany´s, minha bonequinha de luxo!

Estou pedindo: pede!

Eu imploro, eu lhe peço todos os seus pedidos mais difíceis.

Pede a bolsa de cerejas da Louis Vuiton, pede o Iguatemy inteiro, pede a Daslu.

Pede que eu compro nem que seja uma pirata no Promocenter ou no camelô.

Não me pede nada simples, faz favor.

Já que vai pedir, que peça alto. Você merece.

Como é lindo uma mulher pedindo o impossível, o que não está ao alcance, o que não está dentro das nossas posses.

Podemos não ter onde cair morto, mas damos um jeito, um truque, um cheque sem fundos.

Até aqueles pedidos silenciosos, quando amarra a fitinha do Senhor do Bonfim ou de Nossa Senhora do Carmo no braço, são lindamente barulhentos.

Homem que é homem vira o gênio da lâmpada diante de uma mulher que pede o impossível.

Ah, quero o batom vermelho dos teus pedidos mais obscenos.

A ARTE DE POR UMA CAMISINHA pt.2

quarta-feira, março 11th, 2009

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Xico Sá especial para Olla Blog

Por mais que role a mística, não há transa (falo de uma trepada segura) sem camisinha que valha por esse momento mágico.

Já foi contemplado, amigo, com esse generoso exercício feminino? Momento sublime, devoção de enrubescer as maçãs do rosto da mais caprichosa das gueixas. Estou dentro, vou fundo, entre os seus rins, como diz a canção do Ira!

P.S. -Ao que tudo indica, com boa ajuda da lenda, o batismo antiquado da camisinha não veio de um perdido no espaço, como o Dr. Smith, por exemplo, mas sim do velho e bom William Shakespeare, no século XVI, que a chamou de “luva de vênus”. O escriba se referia a um tosco arranjo de pano ou couro de cobra para isolar o pinto dos ingleses das doenças venéreas.

Ser ou não ser já era a questão da moda, mas ninguém tinha dúvida de que zelar pelo próprio pinto seria a tendência do futuro.

A ARTE DE POR UMA CAMISINHA pt.1

quarta-feira, março 11th, 2009

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Xico Sá especial para Olla Blog

A arte de pôr uma camisinha com a boca

Quando você for ao espaço,
Traga pelo menos:
Uma calça de marte
E uma camisa de Vênus.

No tempo em que preservativo ainda era uma raridade entre os homens, esta quadrinha, pelo que se sabe de autoria desconhecida, era um sucesso entre os machos latinos. Principalmente no interiorzão do Brasil. Mó onda mesmo. Inesquecível, amigos.

Nessa mesma época, ali pelos anos 1970, década de liberou geral, não havia sequer o carinhoso apelido de camisinha para a santa e protetora borracha. Digo “liberou geral” lá para os gringos do rock´n´roll e a turma dos superbacanas das capitais. Lá no sertão/veredas onde eu morava, no sul cearense, a mulherada ainda se casava virgem e a gente tinha que se virar com as moças da casa da luz vermelha. Sim, as profissas. Nossos próprios pais ou tios safados cuidavam de nos levar para perder a chamada donzelice. Não havia o perigo da Aids, mas o risco de pegar uma doença era sempre grande.

Nem sonhávamos com o cheirinho do látex amigo que hoje nos acompanha nas belas aventuras, que nos plastifica o membro, seja ele poderoso ou modesto, como se fosse o mais importante dos documentos de identidade de um hombre.

Melhor ainda se for posto pela moça com zelo e arte. Daquelas minas ou belas afilhadas de Balzac que põem com a boca, em uma artimanha que merece aplausos. Gênias da raça. Que classe!

DA MIRADA MAIS LINDA DE UMA MULHER

sexta-feira, março 6th, 2009

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Xico Sá especial para Olla Blog

Nada como aquela olhadinha que ela dá quando lá embaixo.

Ainda e pra sempre, da série “detalhes tão pequenos de nós dois”. A vida se resume a observar, microscópio de eros, rei Roberto e velho Nelson, a mulher e o seu drama.

Nada como aquela olhadela, sobrancelhas assanhadas, mirando lá de nossos países baixos cá para cima do nosso cocuruto alumbrado.

Tão lindamente sacana, ah, que nega a minha nega, derreto-me como mantchega!

Ela quer saber se estou gostando, claro que estou mortinho ali no pré-gozo. Tem um orgulho, “vê como faço bem feito e com gosto”, ali naquela olhadinha plongé, contra-plongé, depende de quem vê…

Como eu gosto, ela diz, posso?

Aperto com força os seus cabelos, resvalando numa fração de segundo para um carinho no rosto, lado esquerdo, com o lado B da mão e dedos, quiromancia e mistérios.

Ela desce lá naquele cantinho fronteiriço, desenha a história do olho com riscos da língua em círculos, lambe a última costura da minha pobre existência, nirvaniza-me,  petite mort, e assina nossos  batismos lindos com lambidas góticas, assim  como quem escreve inocentemente na areia, coraçãozinho flechado, e o nome de quem aposta, como se o amor fosse um jogo do bicho.

Não resisto a olhadinha lá de baixo, vem cá, estou longe e perto, meu amor, tudo em volta está deserto, tudo certo, como na canção do 2 e 2 são cinco.

Como nosso universo é tão perfeito aqui na cama, só na cama, lá embaixo, na cama zen, japão do amor,  horizontalizo-me, para sempre, viro réptil, nunca mais me levanto, nunca mais me levanto e ando, odeio meus Lázaros internos, agora eu quero mais é nadar no seco, melhor jeito de navegar aos teus pés, e de vez em quando, quer saber?, afundo as mãos nos arrecifes e te dou um peixinho, como aquele do conto de Virgílio Piñera, que aprisiono nas profundezas sujas das nossas existências.

TEMPO DE HOMENS FROUXOS

quinta-feira, março 5th, 2009

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Xico Sá especial para Olla Blog

“Tinha cá pra mim que agora sim, eu vivia enfim o grande amor, mentira!”

Encontro minha amiga A., no nosso botequim predileto, e a desalmada vai logo anunciando, com a ironia fina que a acompanha na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença.

Sempre tem boas histórias e uma mania louca de escolher uma música, normalmente Chico Buarque, para trilha das sagas românticas.

Como Chico tem um vasto elenco de personagens femininos e incorpora as dores e delícias das mulheres, ela escolhe no capricho, no ponto. Moleza, garoto.

“Tinha cá pra mim que agora sim, eu vivia enfim o grande amor, mentira!”, ela repete e repete, enche o saco com o “Samba do grande amor”.

Essa música nem é protagonizada por uma fêmea, e sim por um homem desiludido do amor, um cabra cujo destino parafusou-lhe na testa belos objetos pontiagudos, como diria o compay Marçal Aquino.

Mas ela insiste e canta assim mesmo. Pior: canta e ri, uma loucura. Que diabo de sofrimento é esse com essas gargalhadas todas?

A moça é assim mesmo. Não tem jeito. E olhe que nem pediu caipiroscas de frutas vermelhas nesse dia, ficou apenas no chope, coisa fina e civilizada.

“Morrer dessa vez é que não vou”, tira onda. “Ih, estou escaldada, velho Francisco”.

O que A. me contou uma das coisas banais que mais escuto das minhas amigas nos últimos tempos. E olhe que sou conselheiro, ombudsman das moças, cupido e ouvidor-geral de muitas crias das nossas costelas.

“Sua carteira de desesperadas é grande”, ela mesma tira uma boa onda sobre um ofício que desenvolvo com gosto e curiosidade desde os verdes anos –quando sequer eu sabia o era uma mulher para valer, conhecia apenas as cabritas e as bananeiras.

A amiga deparou-se com mais um desses homens que prometem, ensaiam, jogam um charme, cultivam, cantam de galo… comparecem e…, sem dizer nada, tomam o clássico chá de sumiço.

“Por essas e por outras é que agora prefiro um bom canalha a um homem frouxo”, prega a amiga, conquistando rapidinho o apoio da mesa feminina ao lado. “Um canalha pelo menos me pega com gosto e temos noites deliciosas”.

Defende a tese e emenda, riso desavergonhado: “Passava um verão a água e pão, dava o meu quinhão pro grande amor, mentira!”

É rapazes, é tempo de homem frouxo, que corre mesmo diante da possibilidade de uma história mais densa e afetiva. Não sabem o que estão perdendo.

A começar pela minha amiga cantante, belo exemplar da raça, no auge dos seus 3 ponto 6, boa conversa, boa lábia, gostosa, bocão-Jolie e um humor capaz de tornar o mais nublado dos dias no dia mais alegre e comovente para o cara que estiver ao seu lado. Sorte desse homem!