Arquivo para outubro, 2009

A despedida.

sexta-feira, outubro 30th, 2009

Lalai especial para Olla Blog

Hoje é meu último post neste blog e pensei bastante em como fecharia essa minha participação. Quando fui convidada para escrever, bati um pouco a cabeça sobre qual seria minha abordagem. É muito fácil falar sobre sexo, mas também muito fácil cair sempre nos mesmos temas. Como trabalho com mídias sociais, eu optei por abordar o sexo na internet e seus desdobramentos, além de gadgets para apimentar nossas relações. Foi bem divertido fazer as pesquisas e acabei me surpreendendo com o resultado de algumas buscas.

Para o último post eu decidi escrever um pouco sobre o que percebi nesse universo do sexo na internet. Assim como fora, o sexo é algo sem qualquer limite dentro da tela também, mas uma porcentagem maior libera suas fantasias apenas em suas relações virtuais. Não há como negar a segurança que a internet oferece, mas também há a limitação da experiência, afinal, nada como o contato pele na pele. O que pode se tornar um grande problema é quando a pessoa vicia em sexo (ou qualquer outra coisa) pela internet e deixa sua vida social (e real) de fora. E o sexo passa a ser algo solitário.

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O que chamou minha atenção foi como, na rede, o sexo tende a caminhar para um lado mais bizarro. As fantasias se sobressaem, muitas vezes num estilo não tão saudável. São pessoas se humilhando, mutilando, sofrendo. Na internet o sadomasoquismo conquista um terreno muito mais amplo do que fora dela. A maioria das pessoas tem dentro de si uma tendência para um dos lados, sado ou masoquista, mas, por vezes, mascaramos nossos desejos e nem sempre deixamos que eles venham à tona. Pode ser o medo, a vergonha, a falta de confiança no parceiro ou mesmo a falta de um parceiro que corresponda a essas expectativas mais íntimas, que não são compartilhadas nem mesmo com o nosso travesseiro.

O sexo pode ser um grande parque de diversões, mas me questiono quando ele tende a ir para esse caminho sofredor, em que a dor é o que impera, tanto em quem gosta de causá-la, quanto para quem gosta de senti-la. De qualquer forma, isso é escolha de cada um, mas passa do limite do aceitável. Existe muita bizarrice que não causa excitação ao olhar, mas sim, aflição, nojo e por aí vai, e é sempre difícil entender o outro lado que sente prazer justamente com o extremismo. Um exemplo é o bareback, um termo americano originado da linguagem gay para descrever atos de sexo anal sem proteção. O termo é usado comumente, no entanto, para descrever qualquer tipo de penetração anal sem o uso de camisinha, com grande risco de contágio por doenças sexualmente transmissíveis, quiçá a mais notável das quais é o HIV (via wikipedia). Existe barebacking parties, em que a utilização de preservativo é proibida e, nessas festas, há sempre alguns soropositivos, pois, por incrível que pareça, a possibilidade de contrair o vírus HIV é excitante.

Esse é mais um tipo de prática sexual impossível de entender.

Já se passaram 100 anos desde que Freud escreveu “Três ensaios sobre a teoria da sexualidade” e ainda é algo bem atual. Qualquer que seja o extremo que escolhemos, é porque há algo mal resolvido. Não acho que o prazer tenha que estar associado à dor.

Vamos celebrar o sexo com prazer e bem resolvido, seja ele no real ou no virtual. E encerro minha temporada por aqui com um monte de beijos:

beijos

* Crédito da foto: http://www.flickr.com/photos/heftstep/3612115441/

Voyerismo & Fetiche

quarta-feira, outubro 28th, 2009

Lalai especial para Olla Blog

Nenhum lugar no mundo é melhor para o fetiche do que a internet, afinal achamos absolutamente tudo de que gostamos e que nos instiga. Basta um clique e uma palavra-chave acertada. Pronto, uma enxurrada de sites e mais sites vêm numa lista, à espera do seu clique. O problema é que nem sempre o que vem primeiro é o mais relevante. Muitas vezes o resultado das nossas buscas requer uma boa dose de paciência, que pode nos render deliciosas surpresas.

Na minha busca de hoje, o Naked Girls Reading foi o achado do dia. Resumindo, são garotas que adoram ler nuas e, claro, ficar à disposição de voyers com fotos e vídeos. O grupo começou no início deste ano, mas já está rentabilizando ao fazer eventos em várias cidades americanas, além de disponibilizar o conteúdo pelo Naked Girls Book Club, por US$ 4,95 mensais. A comunidade inclui até resenha de livros e recomendações literárias. No último show que fizeram os ingressos se esgotaram. Nada como um bom incentivo para tirar o livro da prateleira.

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O Juliland é outra comunidade para quem tem fetiche por pin-ups, garotas tatuadas e exóticas. A grande diva do site é a Dita Von Teese, que hoje faz um show para poucos aqui em São Paulo. Neste link dá para fazer um tour gratuito no Juliland, que custa US$ 24 mensais para acesso a todo o seu conteúdo.

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Uma das comunidades mais populares é a Suicide Girls, que celebra a beleza exótica e oferece um vasto conteúdo, grupos de discussão, aplicativo para iPhone, entrevistas, mais de 1,7 milhão de fotos e 1,3 milhão de vídeos a US$ 4 mensais.

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Para os que têm uma bela queda por bondage, podem se deleitar no My Fetish Diary por US$ 24,95 mensais, e ainda ganham acesso a outro site que celebra o fetiche aos pés, o Toe and Arch.

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Lá fora há muitas comunidades eróticas com góticas, que aqui no Brasil formam uma comunidade muito menor. Para quem curte, existe o GothicSlutsGirls, que é a verdadeira comunidade erótica da família Adams (brincadeirinha). Custa US$ 19,95 mensais.

Achei outra comunidade só para quem curte sexo em público e ainda dá direito a “sexo público com humilhação”, para ficar completo (eu tiraria a segunda parte, mas há quem goste). Essa eu já achei pesada demais e só recomendo para quem realmente curte essa pegada. A comunidade é a Public Disgrace (o nome já diz tudo) e está entre as mais caras, US$ 29,95 mensais. Eu dispenso.

Mas e a mulherada, onde fica no meio disso tudo, se a nossa preferência recai sobre o sexo masculino? Ainda não achei muita coisa interessante. Uma das poucas é a Erotica for Women at For the Girls e também é cara, US$ 29,95 mensais, afinal deve nadar de braçada nesse universo. Tem fotos, vídeos, seção de cartas eróticas, histórias de sexo, conselhos e por aí vai. Bem para mulher mesmo.

Acabei pesquisando sobre filme pornôs, afinal sempre reclamamos que não há bons filmes pornôs (mas eles têm que ser bons?) e achei algumas comunidades relacionadas a cinema erótico, o Cinema Erotique, que tem um acervo amplo por um precinho salgado. Para quem curte a sétima arte na cama, se joga lá e depois conta o que achou. Outra dica é o Shane’s World, que é um estúdio de filme pornô e tem um catálogo bem diversificado, para todos os gostos.

Para fechar, aí vai uma promo do jogo Tekken 6, que tem a ver com o post:

Sex Machines

segunda-feira, outubro 26th, 2009

Lalai especial para Olla Blog

 Comentei há alguns dias sobre alternativas de como incrementar o sexo virtual. Vou compartilhar alguns achados que considerei bem curiosos. As minhas pesquisas têm me rendido algumas dúvidas sobre em que planeta eu estive nesses últimos tempos que perdi toda essa evolução tecnológica rolando no sexo.

A Fucking Machine é a que eu achei mais curiosa, pois tem até sexo com robô. Dá uma olhada neste site para conhecer a variedade de máquinas para qualquer tipo de prazer que a pessoa esteja buscando. Os preços variam de R$ 60,00 a R$ 3.600,00 e há para todos os gostos. Tais máquinas foram produzidas para garotas que curtem sexo hardcore. Cheguei a ver um vídeo e me achei bem pudica. Algumas só dá para entender para que servem ao assistir às demonstrações. O site ainda oferece a oportunidade de as mais ousadas serem modelos, e os cachês variam entre US$ 500 e US$ 1.300.

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Já para os homens, a grande pedida é a Virtual Sex Machine, em que o usuário penetra uma máquina, se conecta na internet, escolhe a modelo com quem quer ter sexo virtual e manda ver. Há opção gay também. Vale atentar que a interação rola com vídeos e não em tempo real. A minha sugestão é uma sessão com webcam com o seu peguete virtual, pois deve funcionar melhor. Para obter tal prazer basta desembolsar US$ 440.

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O Real Touch é similar à Virtual Sex Machine e eles têm uma lista de estrelas para incrementar a relação, também com vídeos. O Real Touch custa US$ 200 em promoção. Dá uma olhada na expressão das pessoas que enfiaram a mão para sentir o aparelhinho:

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Para as duas últimas opções, a má notícia é que elas só funcionam com Windows. Será que quem desenvolve esses aparatos sexuais acha que quem usa Mac não faz sexo virtual ou prefere gastar com outros tipos de gadgets?

Playlist para o antes, durante e depois

sexta-feira, outubro 23rd, 2009

Lalai especial para Olla Blog

Uma boa trilha sonora para a hora H é mais que bem-vinda. Música sempre inspira, dá ritmo e contribui bastante para criar um clima entre o casal.

Dei uma boa olhada por aí no que as pessoas ouvem para se inspirar. Há listas e mais listas espalhadas pela web e para todos os gostos possíveis, então já adianto que as sugestões que seguem não têm a ver necessariamente com meu gosto musical.

Convidei a DJ Mulher para me contar o top 10 dela. O resultado eu coloquei no meu blip.fm com a hashtag #fucksongs. A lista fechou com 11, porque eu não resisti a incluir a belíssima “Seize the Day”, do Wax Taylor, que é propícia para o momento em que as coisas ainda não estão rolando. É perfeita para preencher aquele silêncio que surge antes de tomarmos uma iniciativa e aí, se jogar e abusar da imaginação. A segunda música, “In for the kill”, da La Roux, mas numa versão dubstep do Skream, é perfeita para seduzir. Olho no olho, encostadinha, beijo na boca. Depois fecha o olho e deixa rolar, porque, se depender desse top 10, na mão ninguém fica.

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Achei um site ótimo, o Stripper Music, que além de vídeos de stripper, há várias opções de músicas para compor o seu show particular (ou não). O site capricha na escolha: por estilo, por ritmo, shows em vídeos, fotos e dicas de clubes de stripper, além de estar nas redes sociais e ter perfil no Twitter e Facebook.

O outro achado está num site horrível, mas, como o que importa é o conteúdo, resolvi incluí-lo na lista. É o “Sexy Songs in Pop Music Hits“, no site Pop Culture Madness. Se música pop é a sua vida, talvez você se encontre por lá. São 69 (sugestivo, ahn?) músicas, que vão de Marvin Gaye a Aqua. Haja ecletismo musical.

No wanderlist.com um usuário publicou as 50 músicas mais sexies. Também é bem eclético e há coisas boas no meio. Ouça as 50, selecione as que importa, faça a nova playlist e um abraço.

Para o pessoal mais old school e com um pé no metal, eu recomendo o Top 10 Sexiest Songs Not Actually About Sex, mas que servem para inspirar. A lista mais bacana foi a que encontrei no blog “Beijo, me liga”, que caprichou e selecionou 69 (número mágico, sempre!) músicas para o antes, durante e depois. Também curti a lista no Fórum Mixtapes “Songs to fuck to“, em que algumas pessoas postaram quais são suas favoritas, mas apenas três pessoas se animaram e publicaram suas playlists. Todas bem inspiradoras.

E, para fechar, um clipe do Rammstein, que recomendo para os mais despudorados. Achei ousado tal vídeo para uma banda, mas é bem divertido.

* Couple in Bed — Image by © Ole Graf/Corbis

A arte do orgasmo

quarta-feira, outubro 21st, 2009

Lalai especial para Olla Blog

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O que me inspirou o post foi o site “Beautiful Agony”, que, neste momento, se encontra fora do ar. Para quem não viu, o site é (ou era) recheado de vídeos mostrando as pessoas na hora do gozo, mas os vídeos mostram apenas do pescoço para cima, ou seja, o deleite é com a expressão de quem está chegando lá. Tudo bem erótico, mesmo sem mostrar nada.

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Beautiful agony

Beautiful agony

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Muita gente trata o orgasmo como arte, mas há estudos que demonstram que nem a mulherada tem qualquer sensação emocional na hora em que ele chega. Há muita coisa interessante sobre o assunto. Outro site que explora (literalmente) o orgasmo feminino, é o I feel myself, que - como diz o nome – tem como tema masturbação & orgasmo. Ao contrário do Beautiful Agony, esse site mostra tudo e mais um pouco, mas os vídeos são superbem feitos e têm ótima edição. A mensalidade para ter direito a todo o conteúdo e vídeos em alta qualidade custa US$ 24/mês.

Voltando ao orgasmo com arte, o artista e fotógrafo Robbie Cooper fez um projeto bem bacana, que ganhou várias páginas na edição sobre sexo que a Wallpaper lançou em julho. O projeto se chama “Immersion: Porn” e foi feito em vídeo, com seis pessoas contando  por que gostam de pornografia e que se masturbam enquanto contam suas histórias até virarem os olhinhos. Assista ao vídeo:

Redirecionando para link.brightcove.com.

Há também uma lista infinita de livros sobre o assunto. Vi que a Kim Cattrall, a Samantha do “Sex and the City”, publicou tempos atrás um livro, o Satisfaction - The Art of Female Orgasm, a quatro mãos - com o marido. A Samantha, ops, a Kim Cattrall se empolgou tanto que lançou outro livro na sequência, em que fala sobre sexo inteligente, seja lá o que isso quer dizer. Digamos que ela rentabilizou bem a personagem que fez na série.

Para quem quer ir mais a fundo no assunto, eu recomendo o Better Sex Video: Becoming Orgasmic (DVD). E, se anda com problemas para chegar lá, dê uma conferida nesse guia 12 segredos para melhores orgasmos. E, claro, se você tem alguma dica sensacional, mande aí nos comentários.
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a arte do orgasmo

Incrementando o sexo virtual

segunda-feira, outubro 19th, 2009

Lalai especial para Olla Blog
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Nas minhas últimas pesquisas sobre sexo, eu me surpreendi com a variedade de opções para incrementar o sexo virtual e as sex machines. Selecionei algumas opções e vou começar pelo HighJoy. Depois conto sobre outros achados nos próximos posts.

O HighJoy é uma comunidade atrelada à vibradores, tanto para mulheres quanto para os homens. O usuário cria o perfil, escolhendo a versão gratuita ou paga, que custa US$ 4,95 por mês. Depois é pegar o widget, pois assim não é necessário acessar o site para se “comunicar” com outros usuários. Aí é escolher o brinquedo que mais lhe apetece, procurar por outros usuários e se conectar com eles. O objetivo é que você encontre um(a) parceiro(a) para deitar e rolar no sexo virtual literalmente e escolhe um dos ritmos disponíveis para a vibração, que vai colocar o casal em plena sintonia causando a sensação de que estão mais próximos do que de fato estão. Dá para se conectar com vídeo, voz ou chat.

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HighJoy

HighJoy

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De acordo com o site há 10 razões para entrar para a comunidade:

  1. é para a massas, incluindo você e abrange pessoas casadas, solteiras, conservadoras, mente abertas, mulheres, homens, heteros, gays.
  2. o custo é baixo: US$ 4,95 para o usuário premium e US$ 9,90 para casal. Eles informam que para o casal custa menos que a entrada de cinema, mas avisam que a pipoca não está inclusa.
  3. É simples de usar e na entrelinha dizem que não precisa ser muito inteligente para (se) dar bem por lá.
  4. É conveniente, pois dá para usar em casa, no escritório ou onde quiser (não vai falar que se imaginou numa lan-house se masturbando debaixo da mesa, hein?).
  5. É sexo seguro: sem doenças, gravidez ou psicos na sua casa, ou seja, nada de dar seu endereço residencial para uma estica da tela para o seu sofá.
  6. É testado e conecta pessoas desde 2005.
  7. É saudável. A velha história de que sexo faz bem pra saúde e para o bom-humor.
  8. É complementar, ou seja, mesmo que sua vida sexual seja ativa fora da internet, você pode ter um prazer extra com desconhecidos ou com seus parceiros.
  9. Faz as pessoas felizes……
  10. Não é necessário nenhum compromisso. Pode cancelar quando quiser, inclusive a compra tem garantia.

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HighJoy

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A má notícia para quem se animou e utiliza mac, é que só funciona em Windows. Então se você usa mac e está aí chupando o dedo sozinho(a), pega a agenda telefônica e comece a ligar para todos até achar alguém disponível ou se joga na balada, que a chance de se dar bem é sempre boa. Caso nenhuma das alternativas funcione, ligue o messenger e faça sexo virtual pelo chat mesmo, se tiver vídeo, melhor ainda.

Se a coisa estiver bem feia por aí, é melhor começar a agilizar para não acabar na mesma situação que a animação abaixo:

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Redirecionamento para Videolog

Sexo 2.0

sexta-feira, outubro 16th, 2009

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Não é só a internet que é 2.0, o sexo já virou 2.0 há bastante tempo também. Uma das coisas mais legais que vieram com essa revolução sexual é o evento Sex2.0, que tem foco em Social Media (é!!!! deve ser bacana ser especialista em Social Media com foco em sexo), feminismo e, claro, sexualidade.

A próxima está marcada para 22 de maio de 2010, em Seattle, e está recrutando palestrantes. A grande convidada da edição passada foi a palestra da Furry Girl. Eu dei uma boa pesquisada sobre a garota e é incrível como ela se apoderou da internet e está construindo um pequeno império. Atualmente ela é dona dos sites/comunidades FurryGirl.com, VegPorn.com, TheSensualVegan.com, EroticRed.com e autora do blog Feminisnt. Agora está com um novo projeto, o CockSensual.com, pelo qual está recrutando rapazes para mostrar seus dotes para a moçoila, que é adepta da não-depilação e vegetariana. Ou seja, ela só prova o quanto sexo na internet é um negócio rentável, especialmente se você consegue atuar em nichos.

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Violet

Violet

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Outro grande nome no sexo 2.0 é a Regina Lynn, que era colunista da Wired na finada coluna SexDrive, autora dos livros Sexier Sex, Sexual Revolution 2.0 e do blog homônimo. Ela é a minha maior referência no assunto sexo & tecnologia. A terceira é a Violet Blue, que é blogueira profissional também, escreve para um monte de revistas, é autora de vários livros e recentemente lançou o The Smart Girl’s Guide to Porn, além de ser educadora sexual. A Violet foi considera a 25ª maior web celebrity pela Forbes. Vamos concordar que não é pouca coisa.

Claro que essas são apenas algumas entre várias pessoas que falam sobre sexo 2.0.

Uma das coisas mais legais que surgiram nos últimos dias foi o “I Just Made Love“, que é uma comunidade feita no Google Maps em que as pessoas compartilham o seu pós-momento sexual. Acaba sendo um bom material de pesquisa sobre sexo x internet. Afinal, qual é a cidade em que as pessoas fazem mais sexo? E em qual delas estão mais conectadas?

E você, tem alguma comunidade ou dica sobre sexo 2.0 para dar? Conta aí!

Mulheres preferem celular e internet a sexo

quarta-feira, outubro 14th, 2009

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Quem diria que a mulherada acabaria trocando o sexo por tecnologia? Mas é o que dizem as pesquisas; e nós não somos as únicas a trocar sexo pelo computador.

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Recentemente foi feita uma pesquisa em Denver (EUA) com 300 usuárias de celulares. O resultado foi desanimador: 33% colocam sua vida sexual na espera enquanto gastam horas falando no celular. E não é só a mulherada; foi detectado que 20% dos homens fazem a mesma escolha, ficam com o celular. Ahn? Eu imagino que sejam os mal resolvidos que ficam nesse grupo.

78% da cidade utiliza regularmente o celular para enviar e receber mensagens, sendo que 39% usam mensagens para se comunicar em vez de conversações normais.

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No ano passado a Intel realizou uma pesquisa com um grupo de 2.119 adultos e detectou que 35% deles preferem desistir das suas esposas se tiverem que escolher entre elas e o BlackBerry. E 30% desses homens também trocam sexo por internet caso tenham que optar entre os dois por um período de duas semanas, enquanto 46% das mulheres também ficam com a internet.

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mulheres preferem

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Achei também uma pesquisa assustadora feita na Suécia, que mostra que 20 mil estudantes no país já venderam sexo, primeiramente na internet. De acordo com o grupo pesquisado - jovens de 16 a 25 anos -, 43% acham que pagar para conseguir sexo é algo totalmente aceitável. E, ainda nesse estudo, 35 mil jovens tiveram propostas no ano passado. Considerando-se o tamanho da população jovem do país, eu imagino que seja uma parte bem grande.

Vou perguntar para o meu namorado sueco se ele já recebeu alguma proposta similar e volto para contar.

Top 10 vibradores

terça-feira, outubro 13th, 2009

Lalai especial para Olla Blog

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Antigamente, lá pelo século 19, certos médicos acreditavam que o tratamento para alguns males femininos, como depressão, tensão pré-menstrual, irritabilidade, dores de cabeça, palpitações e histeria (!) deveria ser feito com algo muito simples: sexo. Isso mesmo, mulheres histéricas e mal-humoradas deveriam dar até morrer e depois sair pela vida cantando. Concordo plenamente! O problema é que havia um grupo de mulheres que não eram casadas e que, na época, não podiam sair por aí dando para quem bem entendessem. E o que fazer com essa parcela feminina da society que estava subindo pelas paredes e que ninguém aguentava mais? Voilà: vibrador nelas! E foi mais ou menos em 1870 que o médico George Taylor elaborou uma máquina para tratar a “histeria” feminina, chamada Manipulator. O primeiro vibrador estava criado e dava início a uma história que iria mudar radicalmente o humor das mulheres da época, hehehe.

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top 10 vibradores

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A revista bimestral Novelty publicou a história dos vibradores e elegeu as 10 melhores marcas. Confira:
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1. Fun Factory Layaspot - US$ 37,95 e é bem simples, pequeno e funcional, com várias opções de velocidade.

2. LELO NEA - parece um mouse, à primeira olhada. É pequeno, esculpido para a massagem no clitóris, é silencioso e, pelo que eu li num site, é perfeito para carregar na bolsa. Imagine tê-lo à mão num dia de cão? Fuja para o banheiro da firma e descarregue o estresse. Custa US$ 43,00.

3. Tantus ProTouch - anatômico, ele parece um dedo e é perfeito para a estimular o ponto G ou a próstata. É o mais barato, custa US$ 18.

4. Vibratex Thumbelina - anatômico, tem um estimulador para o ponto G. US$ 45,99.

5. The Screaming O - esse é um cock ring, que pode dobrar o prazer a dois na hora H. A unidade custa US$ 5,95 e a vibração dele dura em média meia hora. Já compre um pacote logo de uma vez.

6. Fukuoku 9000 - é um anel para usar no dedo e dar uma boa ajuda na estimulação quando estiver sozinha. Ótimo também para carregar na bolsa. Custa US$ 18,00.

7. Fun Factory Patchy Paul II - esse é o mais engraçado da lista e ainda tem um sorriso na cara. Por US$ 43 ele vai fazer você sorrir bastante também.

8. Natural Contours JOLIE - anatômico e bem simples, para ir direto ao assunto. Custa US$ 19,95.

9. Doc Johnson i-Vibe Pocket Rocket - anatômico, feio, simples e não recomendado para usar durante o banho. US$ 22,95.

10. LELO GIGI - anatômico, ele tem um ar bem high tech e promete alcançar o ponto G. É o mais caro da lista, custa US$ 64,95.

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Acrescentando à lista, para quem quer investir em luxo, eu recomendo o Je Joue SaSi, que investe bastante em tecnologia. Ele grava os movimentos favoritos e não é necessário programá-lo. Custa US$ 150 e vem numa caixa linda. Assista ao vídeo que fala mais sobre esse brinquedinho de luxo:

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Je Joue Sasi
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Uma outra dica para presentear a amiga, especialmente a mal-humorada, para que ela tenha um pouco de prazer na vida: dê o batom vibrador.  É divertido, barato e dá para deixar na bolsa sempre, afinal quem vai desconfiar de um batom?

Para quem está em busca de um bom vibrador, eu sugiro dar uma olhada na lista, pois há ótimas opções por preços bem acessíveis. Colabore contando para nós o seu modelo favorito.

*O texto teve uma ajuda da @anapaulapjagain

Sexo sustentável

quarta-feira, outubro 7th, 2009

Lalai especial para Olla Blog

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Não, não se refere a quanto tempo seu pimpolhinho está lá se sustentando em pé. Refere-se ao sexo ecológico. Não se refere também à introdução de plantas na cama.

Apesar de ser a prática mais instintiva e necessária para a conservação da humanidade, muitas das nossas invenções para apimentar o sexo acabam ferrando com o planeta. Pelo menos é o que diz o Greenpeace.

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Isabella Rosselini in Green Porno

Isabella Rosselini in Green Porno

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Eles soltaram um mandamento de 10 regrinhas de como fazer sexo de forma ecologicamente correta:

1) Apague as luzes
Sim, eles pedem para fazer sexo no escuro para economizar energia. Tem seus méritos, vai? Você pode variar a iluminação naquela manhã em que acordou um pouquinho mais cedo, que tal?

2) Frutas da paixão – sem agrotóxicos!
Morango, cerejas, guaraná e catuaba. Importante é escolher as frutinhas afrodisíacas orgânicas, livre de pesticidas e não-transgênicas. Aproveite porque ficar pensando “será que estou alimentando um tumor futuro?” não é sexy.

3) Diga adeus aos nossos amigos frutos do mar
Essa é complicada. Mas as pequenas ostras e mariscos acabam dando uma animada naquele sábado pós-Supercine? Não pode. A sobrepesca está devastando nossos moluscos amigos como nunca visto antes. Não só isso como uma grande parte está contaminada – e você não quer ficar o dia inteiro no banheiro. Nottt sexy.

Sugestão de troca: sabões e óleos aromatizantes. Naturais, claro.

4) Amor reciclado
Daí o Greenpeace sugere reciclar as embalagens de lubrificantes,  caixas de camisinha, etc. E fazer bonitos artesanatos com elas.

Sorry, Greepeace, muito brega essa opção. Porta-joias de embalagens de camisinha é muito para mim. Não vai rolar.

5) Use lubrificantes
Nunca use lubrificantes à base de petróleo – como a vaselina, por exemplo. Há vários lubrificantes à base de água ou, ainda, de silicone (para diversõezinhas no jacuzzi).

Antes de apelar para a manteiga ou outros mecanismos de contingência, já se lembrou da saliva? Não conheço ainda outra ferramenta tão eficiente quanto a língua.

6) Escravos da paixão, não do petróleo
Chegado num movimento SM, roupa de vinil e tudo mais? Pois bem, o vinil (ou PVC) é um dos materiais mais tóxicos que existem. Pode tratar de deixá-los de lado.

Não chore. Tachinhas estão liberadas.

7) Economize água
Banhos a dois economizam duas vezes menos água (assumindo que você demore o mesmo tempo, claro).

8 ) Cama sustentável
Você já verificou se sua cama é de madeira certificada?

Fazer isso antes, não DURANTE o rala e rola, ok?

9) Sexo verde

Um spanking de leve, tudo bem. Forte? Também. Porém, certifique-se de que seus brinquedinhos sejam feitos de madeira sustentável. Evite o plástico.

Podem também optar por cenouras, berinjelas e abobrinhas, que são orgânicas e relativamente anatômicas.

10) Faça amor, não faça guerra

Sei lá, não me pergunte. Estava lá nos mandamentos, repito aqui.

E, agora que todo mundo já sabe, vamos tentar dar uma forcinha para o planeta.

**Texto feito com colaboração da @vanebr